Especialistas apresentam novas políticas de saúde pública para a esclerose múltipla
27/11/2020 15:26:37
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Especialistas apresentam novas políticas de saúde pública para a esclerose múltipla

A Unidade de Saúde Pública da Universidade Católica Portuguesa irá realizar no próximo dia 2 de dezembro, com o apoio da Biogen, a apresentação das principais conclusões do Think Tank “Consenso Nacional para a Esclerose Múltipla”, um estudo desenvolvido com o objetivo de identificar as novas políticas de saúde pública a implementar na área da esclerose múltipla. O evento virtual terá lugar às 18h00, através da plataforma Zoom.

 

A iniciativa contará com uma breve apresentação das conclusões, conduzida pelo Prof. Doutor Henrique Lopes, coordenador do Think Tank e docente da Unidade de Saúde Pública da Universidade Católica Portuguesa.

Segue-se um painel de discussão sobre a gestão da esclerose múltipla em Portugal, que terá como intervenientes o Dr. José Vale, presidente do Colégio de Neurologia da Ordem dos Médicos, o Prof. Doutor João Cerqueira, presidente do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla (GEEM), a Prof.ª Doutora Ana Paula Martins, bastonária da Ordem dos Farmacêuticos e o Dr. Alexandre Silva, presidente da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM).

De acordo com os especialistas, é possível fazer muito mais com os mesmos recursos, sendo essa leitura transversal à prestação de cuidados de saúde e sociais aos doentes de esclerose múltipla. Nesse sentido, o Consenso aponta como possíveis medidas a criação de um Registo Nacional de Esclerose Múltipla, a constituição de Centros de Referência em Esclerose Múltipla, o uso de linhas terapêuticas mais eficazes na fase inicial da doença de acordo com a recomendação clínica, e um reforço no apoio social prestado aos doentes e cuidadores.

O Consenso Nacional para a Esclerose Múltipla congregou mais de duas dezenas de peritos e entidades relevantes na gestão da doença, num processo de reflexão conjunta ao longo do ano de 2019. Os peritos e as entidades envolvidas incluíram especialistas clínicos, sociedades científicas, ordens profissionais, associações de doentes, representantes das autoridades reguladoras, como é o caso da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed), da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) e ainda de partidos políticos.

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