StayAway Covid: aplicação já está disponível
01/09/2020 13:32:24
Partilhar por emailShare on Google+Partilhar no facebookPartilhar no linkedinPartilhar no twitter
StayAway Covid: aplicação já está disponível

A aplicação StayAway Covid, que pretende identificar potenciais exposições a pessoas infetadas com COVID-19, já está disponível para download em iOS e Android. O uso da app lançada pelo Governo é voluntário, gratuito e anónimo, e pretende funcionar como uma ferramenta complementar para conter a expansão da pandemia.

A apresentação oficial decorreu esta terça-feira, dia 1 de setembro, no Instituto Superior de Engenharia do Porto, e contou com a intervenção do primeiro-ministro, o Dr. António Costa, da ministra da Saúde, a Prof.ª Doutora Marta Temido, do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Prof. Doutor Manuel Heitor.

No que diz respeito ao funcionamento da aplicação, cada utilizador que tenha testado positivo poderá inserir o código do teste na app. Depois da validação da Direção-Geral da Saúde (DGS), a aplicação irá alertar outros utilizadores que tenham estado próximos do utilizador infetado – durante 15 minutos ou mais -, sempre sem revelar a sua identidade, os seus contactos ou os de outros utilizadores.

Quando não há registo de contactos de proximidade com elevado risco de contágio, a página inicial da app apresenta uma cor verde que mudará para o estado amarelo sempre que o utilizador tenha estado próximo de alguém a quem foi diagnosticada COVID-19.

O INESC TEC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência) desenvolveu a Stayaway em colaboração do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e com Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), a Keyruptive e a Ubirider. Desde dia 28 de agosto a aplicação conta com, pelo menos, 77.960 downloads.


Pesquisa

Publicações

Prev Next

Médico News, 37, janeiro/fevereiro 2019

Farmacêutico News, 37, janeiro/fevereiro 2019

Hematologia e Oncologia, 24, dezembro 2018

15.º Congresso Português de Diabetes, n.3

  SIDA, 37, janeiro/fevereiro 2019