“Cada hospital tem as suas especificidades, tanto no que respeita às próprias unidades de cirurgia ambulatória (UCA), como à realidade epidemiológica da COVID-19, que é diferente nas várias zonas do país. Porém, pretendemos fazer uma recomendação nacional, com a maior abrangência possível, definindo regras e protocolos”, começa por dizer o Dr. Carlos Magalhães, presidente da APCA.
Nesse sentido, o consenso elaborado no webinar tem como objetivo “garantir a elevada qualidade das técnicas cirúrgicas ambulatórias, assim como a segurança dos profissionais e dos doentes, pelo que as UCA deverão usar estratégias e normas para se manterem áreas COVID-free”, acrescentando que a sessão será repetida em breve, com outras sociedades científicas, para reunir vários contributos.
Contando com cerca de 270 participantes, foram abordadas possíveis estratégias para as várias etapas do processo da cirurgia ambulatória, entre os quais o pré-operatório, a admissão de doentes nas unidades de cirurgia ambulatória, o peri-operatório, o recobro/alta e o pós-operatório.
Outros dos temas em discussão prenderam-se com o circuito dos doentes e dos profissionais dentro das unidades, técnicas cirúrgicas e anestésicas mais adequadas em tempo de pandemia e disponibilização de medicação pós-cirurgia, evitando idas à farmácia, entre outros.













