Biomarcadores e sequência de tratamento no cancro do ovário em destaque na participação da GSK no 16.º Congresso Nacional de Oncologia
27/11/2019 16:55:10
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Biomarcadores e sequência de tratamento no cancro do ovário em destaque na participação da GSK no 16.º Congresso Nacional de Oncologia

Os biomarcadores e a sequência de tratamento no cancro do ovário vão ser o tema da intervenção da GSK no 16.º Congresso Nacional de Oncologia, organizado pela Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), a acontecer no próximo dia 28 de novembro, no Centro de Congressos do Estoril.

 

“Os biomarcadores podem ajudar a avaliar a eficácia do uso de determinado tratamento e as combinações de terapêuticas possíveis. Num cancro como o do ovário, em que 80% das mulheres diagnosticadas está numa fase avançada e em que 85% das mulheres vão ter uma recidiva a dois anos, torna-se essencial mudarmos o paradigma de tratamento, para sermos o mais bem-sucedidos possível na redução de recidivas da doença”, explica a Dra. Noémia Afonso, oncologista do Hospital de Sto. António.

Já a Dra. Rosana Cajal, diretora médica da GSK Portugal, afirma que a iniciativa irá atuar como uma ponte entre a indústria farmacêutica e os profissionais de saúde, de modo a explorarem formas de colaboração mais próximas: “queremos, essencialmente, ouvir os profissionais de saúde, compreender as suas necessidades e encontrar caminhos para estabelecer parcerias sinérgicas, que se traduzam em outcomes positivos para os doentes”, reitera.

A intervenção da GSK prende-se ainda com temas como o tratamento de manutenção em cancro do ovário após recorrência, o que mais poderá ser feito quanto ao tratamento de manutenção, e ainda considerações quanto a perspetivas futuras.

Cerca de 300 mil mulheres são diagnosticadas com cancro do ovário anualmente, a oitava causa mais frequente de morte por cancro entre as mulheres. Ainda que a quimioterapia tenha uma alta taxa de sucesso, cerca de 85% das mulheres terão uma recidiva no espaço de dois anos. Os tratamentos em estádios tardios são poucos, com a proporção de doentes que atingem uma resposta geral normalmente inferior a 10%, quando recorrendo à quimioterapia.

 

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