Apresentação pública do S3, o novo Sistema de Cuidados de Saúde Hospitalares
29/10/2019 14:25:13
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Apresentação pública do S3, o novo Sistema de Cuidados de Saúde Hospitalares

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde apresentaram na passada quinta-feira, dia 24 de outubro, o novo Sistema de Cuidados de Saúde Hospitalares, denominado S3, no Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), a primeira instituição de Saúde do país onde o S3 já foi instalado. A Dr.ª Margarida França, presidente do Conselho de Administração do CHBV, deu as boas-vindas aos presentes, sobretudo dirigentes e diretores de sistemas de informação de várias instituições hospitalares de norte a sul do país, enchendo o auditório do CHBV, em Aveiro, para conhecer o S3.

 

“A minha primeira palavra é de agradecimento para todos os técnicos e profissionais envolvidos neste processo”, realçou o Dr. Henrique Martins, presidente do Conselho de Administração da SPMS, destacando que a "tecnologia utilizada no S3 é uma tecnologia de ponta”. O Dr. Henrique Martins salientou, ainda, a importância de os hospitais continuarem a investir nos sistemas de informação.

O Dr. Bruno Trigo, coordenador dos Sistemas de Cuidados Hospitalares da SPMS, liderou a equipa que apresentou e demonstrou, em tempo real, como funciona o S3. A componente visão 360, o agendamento transversal, gestão documental, comunicação multicanal com o cidadão e com os diferentes parceiros envolvidos nos processos administrativos e clínicos, constituem algumas das vantagens do S3.

O S3 é a evolução tecnológica do atual sistema SONHO e baseia-se numa arquitetura tecnológica open source de última geração, sendo constituída por fortes componentes de interoperabilidade com outros sistemas.
Recorrendo a metodologias de design thinking tem envolvido, simultaneamente, especialistas de Tecnologias de Informação e utilizadores finais da ferramenta nos hospitais, de forma a garantir e dar a melhor resposta às necessidades dos profissionais.

"Tem que ser possível pôr o S3 em todos os hospitais", sublinhou o Dr. Henrique Martins, concluindo que "queremos que esta solução não aumente muito os custos dos hospitais. A nossa principal preocupação foi a escalabilidade e a sustentabilidade".

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