GHELP: inovar no campo da deteção e tratamento da hipoacusia
28/06/2019 16:44:30
Partilhar por emailShare on Google+Partilhar no facebookPartilhar no linkedinPartilhar no twitter
GHELP: inovar no campo da deteção e tratamento da hipoacusia

O GHELP é um projeto de cooperação transnacional entre oito entidades de sete regiões do SUDOE (sudoeste da Europa) com o desafio comum de inovar no campo da deteção e tratamento da hipoacusia. O Dr. Vítor Correia da Silva, do Hospital CUF do Porto, em entrevista à News Farma salienta os principais objetivos deste projeto. Assista ao vídeo.

Com o principal intuito de combinar conhecimento e tecnologia para passar de uma medicina baseada no tratamento dos sintomas da hipoacusia para uma medicina personalizada e centrada no combate ao problema, surge o projeto GHELP.

A propósito do GHELP, o Dr. Vítor Correia da Silva começa por referir que o projeto tem como fundamental propósito "fazer o mapeamento genético da surdez nesta parte da Europa [sudoeste]". O especialista acrescenta ainda que o projeto envolve centros de França, Espanha e dois centros em Portugal.

No site dedicado ao projeto, podem ler-se em detalhe os objetivos:

- Demonstrar a utilidade médica de um painel genético de 176 genes já relacionados cientificamente com a doença e analisado com tecnologia NGS (Next Generation Sequencing).
- Estudar a viabilidade económica, social e sanitária da implementação desta ferramenta nos atuais programas de deteção realizados pelos Serviços de Saúde.
- Reduzir as assimetrias de conhecimento e inovação existentes neste campo através de um programa de formação pioneiro, destinado aos profissionais médicos. O trabalho em rede de agentes de toda a cadeia de valor: universidades, hospitais, empresa e beneficiários (parceiros associados), permitirá que o GHELP lance as bases da formulação futura de uma terapia personalizada para a surdez.

Pode ainda ler-se no site que o Programa Interreg Sudoe apoia o desenvolvimento regional no sudoeste da Europa, financiando projetos transnacionais através do Fundo FEDER. Assim, promove a cooperação transnacional para resolver problemas comuns a dito território, como o baixo investimento em investigação e desenvolvimento, a baixa competitividade da pequena e média empresa e a exposição às alterações climáticas e aos riscos ambientais.

Vídeo

Pesquisa

Publicações

Prev Next

Médico News, 37, janeiro/fevereiro 2019

Farmacêutico News, 37, janeiro/fevereiro 2019

Hematologia e Oncologia, 24, dezembro 2018

15.º Congresso Português de Diabetes, n.3

  SIDA, 37, janeiro/fevereiro 2019