Vacinas: "a tecnologia de saúde mais custo/efetiva"
31/05/2019 14:24:59
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Vacinas: "a tecnologia de saúde mais custo/efetiva"

A Dr.ª Graça de Freitas participou ontem no 8.º Congresso Pandemias na Era da Globalização e, no âmbito da sua palestra sobre o tema “Porque se está a perder a confiança nas vacinas?”, reforçou a mensagem de que as vacinas correspondem à “tecnologia de saúde mais custo/efetiva”. Não obstante, a diretora-geral da Saúde referiu que os movimentos anti-vacinas usam argumentos e narrativas “emocionais” que “minam a confiança nas estratégias de vacinação”. Veja o vídeo.

“As vacinas [enquanto arma profilática] correspondem à tecnologia médica de saúde mais custo/efetiva.” Foi desta forma que a Dr.ª Graça de Freitas, diretora-geral da Saúde, classificou a vacinação, assinalando que esta estratégia, que possui “um custo relativamente baixo”, traduz-se “num ganho imenso” em termos de saúde pública. “As vacinas [enquanto arma profilática] correspondem à tecnologia médica de saúde mais custo/efetiva.”

Foi desta forma que a Dr.ª Graça de Freitas, diretora-geral da Saúde, classificou a vacinação, assinalando que esta estratégia, que possui “um custo relativamente baixo”, traduz-se “num ganho imenso” em termos de saúde pública. 

No entanto, têm surgido alguns movimento anti-vacinas que invocam teorias da conspiração ou que relacionam a vacinação com o autismo. Segundo afirmou a Dr.ª Graça de Freitas, estes movimentos de oposição usam argumentos e narrativas “emocionais” que “minam a confiança nas estratégias de vacinação”. 

“Estes movimentos utilizam, na base dos seus argumentos, uma “inversão da perceção do risco”, ou seja, desvalorizam o sucesso e os benefícios das estratégias de vacinação e exploram os eventuais riscos ou efeitos adversos (raros, na generalidade) associados às vacinas. 

“Cabe aos profissionais de saúde ajudar a população a tomar decisões esclarecidas. Temos de saber comunicar os factos (validados cientificamente), de modo a que as pessoas se sintam esclarecidas e que tenham confiança na vacinação. Temos, por isso, de cultivar esta confiança”, reiterou a Dr.ª Graça de Freitas, acrescentando, ainda, que os profissionais de saúde devem “desconstruir a linguagem científica”, com o objetivo de diluir as eventuais dúvidas que possam existir em relação à estratégia vacinal.

Acompanhe a cobertura da News Farma no 8.º Congresso Pandemias na Era da Globalização em www.mediconews.pt

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