As fraturas osteoporóticas atingem cerca de 7% da população osteoporótica, mas representam 61% do encargo atribuível à doença. Em Portugal, a osteoporose está na origem de 40 mil fraturas por ano as quais têm um impacto substancial que podem ter como última consequência: redução na sobrevivência.
Anualmente, ocorrem mais de 8,9 milhões de fraturas no mundo, o que equivale à ocorrência de uma fratura osteoporótica a cada três segundos, sendo que mais de 4,5 milhões têm lugar na Europa e nos Estados Unidos da América. Os doentes com osteoporose apresentam maior morbilidade, maior incapacidade e um risco aumentado de morte de 12% quando comparados com indivíduos com semelhante perfil bio demográfico, mas sem osteoporose, referindo que 20% dos doentes acabam por falecer no primeiro ano após a ocorrência óssea.
A 1.ª edição da Bolsa de Investigação em Osteoporose, direcionada a investigadores nacionais ou estrangeiros para desenvolver projetos em instituições portuguesas, foi criada com o intuito de aumentar o conhecimento sobre esta doença, nomeadamente sobre o diagnóstico, o tratamento, a monitorização, acompanhamento dos doentes, a epidemiologia, a qualidade de vida dos doentes e/ou o custo/carga da doença.
A Bolsa será entregue no dia 4 de maio, no Centro de Congressos de Vilamoura, no Algarve, no âmbito do Congresso Português de Reumatologia.













