A plataforma digital aborda problemas como a falta de adesão à terapêutica, a carência de vitamina D, entre outros temas pertinentes, e suas implicações na saúde e bem-estar das pessoas com osteoporose. “Ossos Fortes” já está disponível.A plataforma aborda problemas como a falta de adesão à terapêutica, a carência de vitamina D, entre outros temas pertinentes, e suas implicações na saúde e bem-estar das pessoas com osteoporose. “Ossos Fortes” já está disponível.
Em Portugal, a osteoporose está na origem de cerca de 40 mil fraturas por ano, das quais têm um impacto negativo importante na morbilidade e na qualidade de vida dos doentes e que podem ter como consequência a redução da sua sobrevivência. Estima-se ainda que cerca de 40 a 50% dos doentes com mais de 70 anos vão necessitar de assistência e de apoio social, o que implica um investimento socioeconómico relevante.
Num estudo português publicado em 2016, estimou-se que a prevalência da osteoporose na população adulta em Portugal era de cerca de 10%, sendo mais frequente nas mulheres que nos homens. Num outro estudo recentemente publicado em 2018, sobre dados da população portuguesa, estimou-se uma prevalência de osteoporose de 50% na população feminina com mais de 65 anos, sendo que a prevalência de fraturas de fragilidade neste escalão etário foi de 21%.
O Dr. Luís Cunha Miranda, presidente da SPR, alerta ainda que “20% das mulheres que sofrem uma fratura da anca acabam por falecer um ano após a fratura e, como tal, temos de promover a implementação de boas práticas que ajudem a melhorar a qualidade de vida dos doentes e diminuir a morbilidade e mortalidade na osteoporose”. As fraturas da anca em pessoas com osteoporose representam uma totalidade de dez mil fraturas anuais.
Na visão da Dr.ª Viviana Tavares, presidente da APOROS, a plataforma é importante, uma vez que "partilha histórias reais, informação sobre como prevenir a osteoporose, um questionário de auto-avaliação sobre risco de fraturas, cuidados para evitar as quedas e as fraturas e medidas para um envelhecimento ativo".
“O nosso principal objetivo é que possam ser identificados os casos de osteoporose pós-menopáusica de maior risco atempadamente e tratá-los para contrariarmos a elevada incidência de fraturas nestes doentes e todos os problemas sociais que daí podem resultar”, afirma o Dr. Tiago Amieiro, diretor-geral da Amgen.













