A Enf.ª Catarina Simões, a Prof.ª Doutora Sandra Martins Pereira e o Prof. Doutor Miguel António Julião foram os vencedores das bolsas, o anúncio aconteceu no dia 12 de janeiro.
“A minha participação no Congresso em Berlim irá permitir: partilhar experiências; submeter o nosso trabalho à avaliação dos pares; receber feedback e assimilar com alegria as críticas recebidas; rever os principais atores de relevo em medicina paliativa no contexto internacional, estabelecer pontes; modificar estratégias; abrir horizontes e estabelecer novas metas pertinentes para o investimento profissional e investigacional. Esta presença permitirá também apresentar dois trabalhos de investigação relevantes, fruto da colaboração de diversos coautores nacionais e internacionais”, explica o Prof. Doutor Miguel António Júlião, médico na Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos de Sintra.

“Em primeiro lugar, a participação no congresso da EAPC 2019, em Berlim, é importante na medida em que permitirá a atualização de conhecimentos (…). Em segundo lugar, a ida a este congresso permitirá a apresentação de diversos trabalhos dos quais sou coautora (uma comunicação oral e dois posters, enquanto ‘presenting author’, e outros três posters, enquanto coautora) e a organização e dinamização duma reunião de trabalho da EAPC Nursing Taskforce na qual serão apresentadas as conclusões finais deste grupo de trabalho”, reforça a Prof.ª Doutora Sandra Martins Pereira.
A investigadora afirma, ainda, que esta é a oportunidade exercer o seu direito e dever de voto, uma vez que coincide com as eleições aos órgãos da EAPC e apresentar-se como candidata a estas eleições, pode ler-se num comunicado divulgado à comunicação social.

“Acredito que o futuro dos cuidados paliativos passa também por experiências que valorizam a intervenção precoce e integrada, numa lógica de rentabilização e capacitação de recursos, pelo que o programa científico deste congresso me parece muito apelativo, congregando um conjunto de temas que são do meu interesse pessoal, enquanto enfermeira de cuidados paliativos, mas também do interesse da instituição onde desenvolvo funções, e dos doentes e famílias que acompanho”, explica a enf.ª Catarina Simões, enfermeira na Equipa de Acompanhamento, Suporte e Paliação, integrada no Departamento de Medicina, Urgência e UCI do Hospital da Luz Arrábida.
“A participação neste congresso permite a apresentação de três trabalhos submetidos e aceites (dois posters e uma comunicação oral)”, acrescenta a Enf.ª Catarina Simões.

As bolsas atribuídas pela APCP ao longo dos últimos anos têm contribuído para a formação contínua de profissionais de saúde e investigadores dedicados aos cuidados paliativos e, acima de tudo, promovido o contacto e a partilha de experiências e conhecimentos entre profissionais e clínicos cujo objetivo comum é o desenvolvimento da medicina paliativa.













