Para o recém-eleito presidente da SPDV, “os próximos dois anos servirão para continuar a envolver os dermatologistas com esta sociedade, para chamar as doenças de pele e o seu tratamento aos especialistas da pele - os dermatologistas e para aproximar a área da Dermatologia nos PALOP, com ações concretas como a implementação da Dermatologia em São Tomé e Príncipe e o apoio aos doentes albinos em Moçambique”.“Reafirmar que a Dermatologia existe porque existem pessoas com doenças de pele, muitas com graves doenças de pele, que precisam de nós e do nosso conhecimento para as tratar” é outro dos objetivos.
“O doente é o foco, o centro e única razão da nossa existência”, reforça. O Dr. António Miguel Peres Correia espera, ainda, que a SPDV “continue a contribuir na atualização científica permanente dos dermatologistas portugueses assegurando que a dermatologia nacional se mantém, como vem acontecendo, entre as de melhor qualidade mundial”.
Finalmente, "manter abertura da SPDV à sociedade contribuindo para que através de conhecimento acrescido sobre as doenças de pele, que estão entre as que mais afetam a nossa população, cada um viva melhor na sua pele.”













