APDP e Merck promovem formação na área da neuropatia diabética para profissionais de MGF
20/11/2018 15:21:55
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APDP e Merck promovem formação na área da neuropatia diabética para profissionais de MGF

Amanhã, dia 21 de novembro, no Hotel Vila Batalha, pelas 14h00, vai decorrer a 2.ª edição da formação “Neuropatia diabética: um desafio para diagnosticar e tratar: o papel das vitaminas B”. Iniciada em 2017, com cerca de 150 médicos de Medicina Geral e Familiar, esta é uma iniciativa que, promovida pela APDP com o apoio da Merck, visa sensibilizar os especialistas para a importância da prevenção desta patologia que atinge 50% da população diabética.

 

A edição de 2018 tem procurado responder a uma maior procura deste tipo de formação que, segundo alguns participantes, coloca em discussão importantes “temas que deviam ser tratados com mais frequência”. Para outros os aspetos mais destacados são a “abordagem detalhada da fisiopatologia da dor neuropática, os mecanismos e opções farmacológicos e as áreas de intervenção”.

Compreender a neuropatia diabética, os métodos de rastreio e diagnóstico, conhecer a prevalência da doença, os fatores de risco para o seu desenvolvimento, avaliar as potenciais consequências associados e perceber a importância dos níveis de vitaminas B em doentes diabéticos são alguns dos principais temas em destaque.

Com especial foco no diagnóstico, a ação procura chamar a atenção para determinados quadros clínicos, assim como para a realização diagnóstico diferencial entre outras patologias. Trata-se de uma doença que se manifesta sobretudo através de sintomas como dormência ou sensação de queimadura nos pés, formigueiro, picadas, sensação de choques elétricos nas pernas e pés, desconforto e/ou dor e com perda da sensibilidade protetora, entre outros.

Como explica a Dr.ª Ana Luísa Costa, médica e formadora da APDP, “a neuropatia corresponde a um quadro de lesões nos nervos sensoriais, autónomos e/ou motores que afetam diferentes fibras nervosas. A neuropatia periférica ocorre quando há lesão no sistema nervoso periférico, podendo ser acompanhada de dor neuropática em 50% dos casos e em cerca de 8% da população geral”.

Atendendo aos estudos que revelam que a neuropatia diabética é a complicação mais prevalente e que uma em cada três pessoas poderão evoluir para um quadro debilitante, esta é uma formação que procura promover o diagnóstico precoce da neuropatia diabética. Trata-se de uma patologia cujos sintomas numa fase inicial acabam por ser ignorados pelos doentes, sendo que na maior parte dos casos é diagnosticada apenas num estado avançado e quando é difícil de tratar.

 


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