Num comunicado divulgado à comunicação social, a Novartis refere que cerca de metade dos doentes com insuficiência cardíaca (IC) têm fração de ejeção reduzida. Neste sentido, considera que é fundamental otimizar o tratamento de acordo com as guidelines, de forma a reduzir a probabilidade de morte ou de um novo episódio agudo.
No entanto, a farmacêutica entende que existe alguma hesitação em iniciar um novo tratamento após a hospitalização, uma vez que estes doentes são considerados vulneráveis e incapazes de tolerar alterações ao seu tratamento habitual.
No estudo TRANSITION, a segurança e tolerabilidade do fármaco foram avaliadas em doentes com IC–FER após terem sido estabilizados na sequência de um episódio de insuficiência cardíaca aguda.
Os doentes iniciaram, de forma aleatória, o tratamento com o medicamento no hospital ou logo após a saída do hospital. Ao fim de 10 semanas, mais de 86% dos doentes foram tratados com sacubitril/valsartan durante duas semanas ou mais, sem interrupção, e cerca de metade dos doentes que participaram no estudo alcançaram o endpoint primário: uma dose alvo do fármaco 97 mg/103 mg duas vezes por dia durante 10 semanas, em ambos os grupos.
O número de doentes que atingiram os endpoints primário e secundário foi semelhante em ambos os braços de tratamento. A incidência de eventos adversos e descontinuações do medicamento devido a eventos adversos também foi semelhante, tanto em iniciação em ambiente hospitalar como em ambulatório.













