Num comunicado divulgado à comunicação social, o presidente da APCA, Dr. Carlos Magalhães, refere que “o êxito da cirurgia ambulatória passa, sobretudo, pela multidisciplinaridade, onde estão envolvidos diferentes grupos de profissionais, garantindo segurança e elevados índices de qualidade no tratamento dos doentes”.
“No início da cirurgia ambulatória havia muita desinformação e receio de que podia ser um perigo o doente ser operado e ir para casa, mas hoje já sabemos que os doentes em regime de ambulatório são tratados da mesma forma como se fossem internados, mas com níveis de qualidade e de satisfação maiores e com a mesma segurança, diminuindo infeções hospitalares”, acrescenta.
Este ano, um decreto-lei do Ministério da Saúde, de um Grupo de Trabalho para o Acompanhamento do Desenvolvimento da Cirurgia de Ambulatório (GTADCA), coordenado pela APCA, teve como objetivo proceder à avaliação da Cirurgia Ambulatória, nos últimos 10 anos em Portugal e identificar áreas de intervenção prioritária.
De acordo com a APCA, a cirurgia em regime de ambulatório tem tido nos últimos anos em Portugal um desenvolvimento positivo, sendo que o principal fator de sucesso e desenvolvimento tem sido a sua característica multidisciplinar, envolvendo diferentes grupos profissionais, assim como a garantia de segurança e de elevados índices de qualidade no tratamento dos doentes.













