Ao jornalista vencedor é entregue um prémio no valor de dois mil euros e, ao segundo classificado, um prémio no valor de mil euros. Os trabalhos, submetidos à avaliação de um júri, composto por cinco membros, dois indicados pela APED, um pela Fundação Grünenthal e dois pelo Sindicato dos Jornalistas, serão avaliados tendo em conta critérios como a criatividade, a investigação, a relevância e a qualidade das peças.
Ao Prémio Jornalismo na área da Dor podem concorrer todos os jornalistas residentes em Portugal, cujos trabalhos tenham sido publicados, em língua portuguesa, em imprensa - escrita e online - televisão e rádio, entre os dias 1 de maio de 2017 e 31 de agosto de 2018.
Na última edição, os prémios foram atribuídos a André Rodrigues, jornalista da Rádio Renascença, pela reportagem “Vidas de Dor, Corpos que não Desistem” e à jornalista da TSF, Bárbara Baldaia, pela reportagem “Um dia de cada vez”. A Menção Honrosa foi atribuída a Paula Rebelo, jornalista da RTP, com a reportagem “Quando a dor é doença”.
Consulte aqui o regulamento completo da 7.ª edição do Prémio Jornalismo na área da Dor.













