Life Enablers reúne em Lisboa 15 equipas de jovens empreendedores em competição com projetos na área da saúde
26/07/2018 15:55:03
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Life Enablers reúne em Lisboa 15 equipas de jovens empreendedores em competição com projetos na área da saúde

55 foi o número de equipas que se inscreveram na competição promovida pela Takeda Farmacêuticos Portugal, Life Enablers, desenvolvida em parceria com a Spark Agency. Destas, 15 passaram à fase de bootcamp, que decorreu a 21 de julho, em Lisboa, onde apresentaram os projetos a stakeholders relevantes da área da saúde. Veja a fotogaleria onde ficam registados alguns dos momentos que marcam o dia. 

Da primeira etapa do Life Enablers, a Takeda destaca a diversidade nas áreas de estudo dos candidatos e nas instituições de ensino, bem como as diferenças nos estágios de maturidade das ideias e a sua complexidade, uma vez que a maior parte das ideias incide sobre mais do que uma das cinco doenças alvo de investigação da Takeda (mieloma múltiplo, linfoma de Hodgkin, doença inflamatória-intestinal, cancro do pulmão e fístulas perianais) e sobre mais do que uma das oito categorias.

Num comunicado divulgado à comunicação social, o customer solutions manager da Takeda em Portugal, Dr. Nuno Carvalho, refere que “foi interessante constatar que os estudantes estão sensíveis ao tema da saúde e têm vontade em inovar nesta área”, sendo o “primeiro indicador de inovação do Life Enablers que tem superado as nossas expectativas”. “Houve alunos de universidades de vários pontos do país e de cursos totalmente diferentes. Tivemos candidatos de várias engenharias, de comunicação, design, economia, gestão, contabilidade, medicina, biotecnologia e outras”, acrescenta.

O júri da competição é constituído por representantes da Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares (APFH), da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), da Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa (AEOP). Também a Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH), a Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (APDI), a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), a Takeda e a Spark se fazem representar.

Além desta apresentação formal e dos inputs obtidos, as equipas participaram num workshop sobre as boas-práticas de um pitch e fizeram networking durante a hora de almoço. Depois desse momento os jovens empreendedores fizeram um novo pitch do projeto face ao painel de jurados já incorporando o feedback dado na sessão da manhã.

O bootcamp marca o início do período de growth hacking, uma fase decisiva da competição. Nesta fase, a decorrer até setembro, cada equipa compete online pela angariação de votos de modo a avançar para a última fase, convidando os seus amigos a votarem no vídeo de pitch do seu projeto.

Das cinco equipas finalistas, haverá uma que será apurada em função do apoio online que receber, enquanto as restantes quatro são selecionadas pelos jurados, de acordo com uma avaliação que se iniciou no próprio dia de bootcamp.

Em setembro serão conhecidos os finalistas, que vão passar pela última fase de período de trabalho de campo com os mentores, antes da competição final em outubro. Nessa altura será atribuído um prémio monetário à equipa vencedora como incentivo à implementação do projecto selecionado.

De acordo com a Prof.ª Doutora Filipa Duarte-Ramos, da FFUL e membro do júri, “este é um conjunto de equipas com um grau de inovação muito considerável”. “É de louvar este tipo de iniciativas que identificam numa fase muito precoce da criatividade, potenciais resoluções para problemas ainda sem resposta que todos sentimos no dia-a-dia da gestão do doente”, sublinha, acrescentando que “as equipas estão de parabéns e a Takeda está de parabéns pela iniciativa, que é absolutamente meritória”.

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