O Prémio BIAL de Medicina Clínica 2018 pretende promover a investigação realizada em hospitais, unidades e centros de saúde com um impacto direto na realidade diária destas instituições, dos seus profissionais e dos doentes.
Podem candidatar-se ao galardão autores de uma obra intelectual original, de índole médica, com tema livre e dirigida à prática clínica, que represente um trabalho com resultados de grande qualidade e relevância. Pelo menos um dos autores tem de ser médico nacional de um país de expressão oficial portuguesa. O regulamento e o formulário de candidatura estão disponíveis em www.fundacaobial.com.
O Prémio contempla também a publicação do trabalho vencedor, numa primeira edição exclusiva para distribuição gratuita a profissionais de Saúde. O regulamento prevê ainda a possibilidade de atribuição de duas menções honrosas, no valor de 10 mil euros cada.
Num comunicado divulgado à comunicação social, o presidente do júri, Prof. Manuel Sobrinho Simões, refere que "na qualidade de responsável pelo júri sintome entusiasmado com a ênfase posta nesta iniciativa em que esperamos recompensar a qualidade da atividade médica, sem separar a prática da investigação clínica”.
"Portugal tem vindo a melhorar em alguns indicadores e estamos na 14.ª posição entre 35 países europeus. Há várias iniciativas a decorrer nos nossos centros de saúde e hospitais em diversas áreas, desde as doenças cardiovasculares, à diabetes ou ao cancro, entre outras, com resultados concretos", acrescenta.
De acordo com o especialista, "trabalhos e projetos mostram que a investigação na prática clínica é decisiva na melhoria dos indicadores e, sobretudo, refletem-se na qualidade de vida dos doentes e na prevenção e controlo das doenças". "Estou convencido que teremos bons candidatos e que esta edição vai permitir consolidar ainda mais o Prémio BIAL de Medicina Clínica”, esclarece.













