Os documentos serão assinados entre a Direção-Geral da Reinserção e dos Serviços Prisionais (DGRSP) e 28 instituições hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS). O objetivo passa por dar forma a um novo modelo de abordagem dos cuidados de saúde em matéria de doenças infeciosas nas prisões, assente em duas alterações.
Os infecciologistas, gastrenterologistas e internistas terão de passar a deslocar-se aos estabelecimentos prisionais para cuidar da população reclusa de 45 estabelecimentos prisionais do continente infetada com VIH, hepatite B e hepatite C e passam a ser realizados rastreios à entrada, durante, e no final do período de reclusão.
Como objetivos, a iniciativa pretende alcançar as metas definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), das quais se destaca o tratamento de todos os reclusos infetados por VIH e a eliminação da hepatite C nas prisões até 2020. Por outro lado, os reclusos nos estabelecimentos prisionais que estavam até aqui sujeitos a procedimentos de segurança na deslocação ao exterior, agora passam a ser consultados e tratados no próprio estabelecimento prisional.
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Fonte: SNS













