De acordo com o diploma, a utilização da telemedicina, associada a uma adequada articulação entre os cuidados de saúde primários e os cuidados de saúde hospitalares, permite a observação e o diagnóstico mais próximos da área de residência do utente. Além disso, ajuda a qualificar a referenciação, evitando orientação hospitalar de casos semelhantes.
Por outro lado, acrescenta o despacho, “a abordagem do telerrastreio dermatológico reduz o tempo utilizado pelos médicos de Dermato-venereologia na tomada de decisão clínica, potenciando o aumento da acessibilidade e equidade às consultas desta especialidade”.
Para a implementação deste serviço no SNS, o qual se encontrará concluído até julho de 2018, foi efetuado um investimento na aquisição de máquinas fotográficas digitais, num total de mil equipamentos, que foram distribuídos pelas unidades de cuidados de saúde primários.
Desta forma, a referenciação para a primeira consulta de especialidade hospitalar de Dermato-venereologia passar é a ser efetuada obrigatoriamente através da utilização de telerrastreio dermatológico, associando a imagem à adequada informação clínica, com a exceção dos casos em que o doente não tenha manifestado o seu acordo. Nestas situações, “essa manifestação deve ser expressa por escrito” e constar do processo clínico do doente, lê-se no despacho.
Fonte: SNS













