Cada vez mais se verifica que a articulação entre as diferentes áreas da Medicina é crucial para o diagnóstico e acompanhamento das patologias do doente.
Desta forma, a obra vem reforçar a importância do RMOP para a acreditação das instituições de Saúde, especialmente na vertente de Medicina Interna, permitindo o acesso permanente ao processo clínico do doente, incluindo o raciocínio da tomada de decisão para o tratamento.
É ainda realçado pelos autores do livro a utilidade da utilização de software para o diagnóstico e posterior tratamento do doente, sem descurar o conhecimento científico adquirido por cada médico, com base na sua experiência profissional.
“Também devemos reconhecer a Medicina centrada no doente como o caminho a seguir e discutir as suas implicações nos sistemas de registo de informação (partilha de informação entre instituições, interoperabilidade, etc.) e nos processos de decisão (por exemplo, documentando a escolha do doente e a sua preferência por um determinado tratamento) ”, pode ler-se na introdução da obra.
“História do registo clínico” “Raciocínio clínico e a prática de Medicina”, “RMOP no processo clínico eletrónico” e “Seleção e valorização dos exames complementares de diagnóstico” são alguns dos principais conteúdos que podem ser encontrados no livro.
“Registo e raciocínio clínico destina-se a todos os médicos que priorizam uma visão abrangente do doente, aos internos de formação específica, aos generalistas hospitalares, aos médicos de Medicina Geral e Familiar e aos responsáveis pela formação pré e pós-graduada.














