Só no último ano do período em causa, o CI contou com um total de 44 projetos de investigação em desenvolvimento, aglomerando 150 investigadores. Mediante os resultados, o Prof. Doutor João Morais destaca o evidente trabalho que tem sido desenvolvido, muitos dos projetos em estreita parceria com “entidades de prestígio, como o Politécnico de Leiria, a Universidade de Coimbra, a Universidade da Beira Interior, empresas locais e a indústria farmacêutica e de dispositivos, que escolhem o CHL para desenvolver projetos de investigação”.
“Termos, ao fim de quatro anos com o CI formalizado e a funcionar em pleno, 75 projetos já concluídos ou em desenvolvimento é para nós uma vitória e demonstrador da capacidade que temos para ser um polo de investigação em Saúde, que aponta caminhos, beneficia os nossos profissionais e os nossos utentes”, acrescenta.
A impressão 3D aplicada à produção de tecidos, aplicações informáticas para acompanhar a atividade física de doentes após enfarte do miocárdio, avaliação de técnicas cirúrgicas para doentes com cancro colo-rectal e a utilização da musicoterapia para alívio da dor são alguns dos projetos a ser desenvolvidos pelo CHL.
“Apostámos ainda mais na investigação acreditando que um hospital que investiga é um hospital melhor, com o objetivo de reforçar o crescimento de projetos de investigação e de inovação para a melhoria dos cuidados prestados, e promover o fomento do conhecimento científico e tecnológico no CHL. Acreditamos que estamos no caminho do sucesso”, reforça o coordenador do CI.
De momento são 32 os estudos a ser desenvolvidos por iniciativa do investigador, sejam profissionais do CHL (53% do total destes projetos, sendo que grande parte destes profissionais são enfermeiros e médicos internos em formação específica) ou com origem em promotores externos (47% do total destes projetos, sendo a maioria docentes/investigadores, médicos e médicos internos em formação específica). Destes projetos, 18 são estudos observacionais, sete são desenvolvidos no âmbito de projetos para obtenção de mestrado, três para obtenção de doutoramento e três são estudos intervencionais.
A Dr.ª Alexandra Borges, vogal do Conselho de Administração do CHL, destaca a “enorme dinâmica dos profissionais, patente no elevado número de projetos desenvolvidos por iniciativa do investigador, e também as várias parcerias com entidades externas e as dezenas de investigadores externos que procuram o CHL para desenvolver projetos de investigação e inovação”.













