“Esta descoberta abre uma nova janela sobre os mecanismos moleculares dessas doenças neurodegenerativas comuns e pode abrir caminho para a identificação de novos biomarcadores e novas terapias modificadoras da doença», afirma o líder da equipa de investigadores, Dr. Vincenzo Bonifati, do Centro Médico Erasmus de Roterdão.
Os investigadores portugueses participantes no estudo provêm do serviço de Neurologia do Hospital de Santa Maria, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e do Instituto de Medicina Molecular.
Ainda que os casos de origem genética destas doenças sejam raros, a “identificação de novos genes é de elevada importância para o melhor conhecimento das alterações cerebrais que causam a doença e para o desenvolvimento de novos medicamentos”, sublinham os especialistas.
Para mais informações, consulte aqui o estudo.
Fonte: SNS













