Ao vencedor do galardão é atribuído, anualmente, um valor de dez mil euros e a cada uma das menções honrosas o valor de mil euros, com o propósito de incentivar e reconhecer o trabalho desenvolvido por pessoas coletivas, que correspondam ao conceito “socialmente responsável na comunidade em que nos inserimos”.
Os projetos a concurso estão inseridos em várias áreas de intervenção social, como por exemplo, integração social de pessoas com deficiência e em risco de exclusão social, cuidados paliativos, violência, bullying, refugiados, conservação da natureza ou capacitação e empreendedorismo. As iniciativas chegam de vários pontos do país, mas Lisboa (60), Porto (15) e Coimbra (10) continuam a destacar-se pelo número de candidaturas.
O júri, presidido pela Dr.ª Maria de Belém Roseira, está agora a avaliar os 125 projetos inovadores, provenientes de instituições privadas de solidariedade nacionais. Esta análise terá em conta vários critérios, tais como o número de pessoas beneficiadas, impacto na comunidade, importância social do projeto relativamente às necessidades apresentadas, criatividade no modelo adotado, aplicação material do prémio e continuidade temporal da ação desenvolvida.
Ao longo dos últimos anos, foram já apresentadas mais de 550 candidaturas e distinguidos 21 projetos em áreas distintas.













