Distintas nas patologias e nas causas que defendem, estas seis entidades unem-se na promoção dos direitos dos seus doentes. No caso da vacinação antipneumocócia, causa que originou o MOVA, todas as associações de doentes representam grupos de risco, e todas têm indicação para a fazer.
Os doentes que fazem parte destas associações têm um risco acrescido de contrair doenças graves e potencialmente fatais, como a pneumonia, uma das principais causas de morte em Portugal. É o caso de pessoas que sofrem de doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) e de outras doenças respiratórias crónicas, cuja imunidade esteja comprometida, e de pessoas que sofram de asma ou que tenham recebido um transplante.
De acordo com o MOVA, nove em cada 10 adultos com mais de 50 anos não estão vacinados contra a pneumonia e a maioria não o faz por falta de aconselhamento médico, ainda que exista, desde 2015, uma Norma da Direção-Geral da Saúde (011/2015) que recomenda a vacinação de grupos de adultos com risco acrescido de contrair doença invasiva pneumocócica (DIP).
O MOVA pretende inverter esta tendência, sensibilizar a população, profissionais de Saúde e decisores políticos para a importância da prevenção. Reconhece nas associações recém-chegadas parceiros fundamentais.













