Comunidade médica, media e decisores políticos repensam o futuro da saúde cardiovascular dos portugueses
Comunidade médica, media e decisores políticos repensam o futuro da saúde cardiovascular dos portugueses

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) lançou o desafio e cerca de uma centena de profissionais de saúde, decisores políticos e órgãos de comunicação social responderam ao repto. “Repensar o futuro da saúde cardiovascular em Portugal” foi o tema da conferência decorrida esta manhã na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, cujo objetivo foi alterar as grandes prioridades atuais da Medicina Cardiovascular.

Há vinte anos, o enfarte agudo do miocárdio foi eleito como a grande prioridade da Medicina Cardiovascular em Portugal. Hoje, o paradigma é diferente. Para a SPC, reconhecer a importância da insuficiência cardíaca e prevenir a morte súbita são as duas áreas que devem ser entendidas pelo Serviço Nacional de Saúde como prioridades na política geral de saúde, de forma a retirar as doenças do aparelho circulatório do topo das causas de morte no país.  

Esta conferência marca o arranque de um debate que se pretende amplo e capaz de produzir medidas e resultados concretos ao longo dos próximos anos. Assim, a SPC avança que em 2018 os portugueses podem esperar a concretização de planos e de projetos de trabalho.

Reveja os melhores momentos da conferência na galeria de fotografias.


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