Conheça os temas em destaque no I Fórum das Doenças Civilizacionais
17/11/2017 17:10:47
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Conheça os temas em destaque no I Fórum das Doenças Civilizacionais

É já amanhã que o PT Meeting Point Center, em Lisboa, recebe o I Fórum das Doenças Civilizacionais, definidas pelo Prof. Doutor Telmo Vieira como “doenças crónicas não transmissíveis que se caracterizam pela sua associação com o estilo de vida”. Em entrevista à News Farma, o coordenador da primeira edição do Observatório das Doenças Civilizacionais explica em que vai consistir este evento científico pioneiro em Portugal.

“De uma forma geral podemos considerar que as doenças civilizacionais, são doenças crónicas não transmissíveis que se caracterizam pela sua associação com o estilo de vida, nomeadamente falta de exercício físico, má alimentação e consumo de tabaco”, começa por explicar o especialista. No fundo trata-se de “dar continuidade” ao Observatório das Doenças Civilizacionais, um estudo desenvolvido pela Premivalor Consulting que, pela primeira vez em Portugal, analisou de forma integrada quatro patologias: hipertensão arterial, diabetes, hipercolesterolemia e obesidade.

De acordo com o Prof. Doutor Telmo Vieira, o programa científico do encontro foi delineado para, de uma forma transversal, reunir profissionais de Saúde, investigadores e entidades de referência na área da Saúde, atividade física e desporto, e também público em geral, em torno da consciencialização da sociedade para o impacto das doenças civilizacionais, “quer do ponto de vista da Saúde quer do ponto de vista económico”. Durante a manhã vão ser debatidos temas relevantes como os custos associados às doenças civilizacionais em Portugal, novos paradigmas em saúde e a visão integrada da prevenção das doenças civilizacionais. “Este será o primeiro evento em Portugal a constituir um espaço de apresentação e debate dos novos desafios, abordagens e paradigmas das doenças civilizacionais”, refere o Professor.

Quanto aos objetivos que estiveram na base do primeiro estudo levado a cabo pelo Observatório, o catedrático destaca a identificação do grau de conhecimento da população em relação às patologias indicadas, bem como os riscos e comportamentos associados; a avaliação da eficiência da informação difundida face ao esclarecimento efetivo da população e o fornecimento de dados estatisticamente sustentados sobre estas doenças para as diversas regiões do país.

Entre as entidades envolvidas no projeto, encontram-se a Direção-Geral da Saúde (DGS), o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, as Direções Regionais de Saúde, entre outros. “Aquilo que pretendemos é, com a colaboração de organismos de referência, investigadores nas áreas em estudo e ainda mais de 30 empresas, assumir o compromisso de produzir um retrato da hipertensão arterial, diabetes, hipercolesterolemia e obesidade em Portugal de uma forma o mais rigorosa possível”.

 


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