Doenças cardiovasculares: bons resultados nos tratamentos, caminho a percorrer na reabilitação
Doenças cardiovasculares: bons resultados nos tratamentos, caminho a percorrer na reabilitação

No final da sessão promovida pelo Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares, o Prof. Doutor Fernando Araújo realçou os “excelentes resultados” na patologia cardiovascular e a “recuperação” na área cerebrovascular. Os dados divulgados esta manhã, na Sala Museu MacBride do Hospital de Santa Marta, apontam para uma redução da mortalidade por doença cardiovascular. O futuro, diz o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, passa por apostar na prevenção e reabilitação dos doentes cardiovasculares.

Em Portugal, apenas 8% dos doentes com enfarte do miocárdio têm acesso a um programa de reabilitação cardíaca. O governo definiu como meta os 30%, valor que pretende atingir até 2020, aproximando o país da taxa média de participação europeia que já é superior a esta percentagem. Para tal, o ministério da Saúde vai pôr em prática um programa nacional de reabilitação cardíaca, formalizado esta manhã, data em que se assinalou o Dia Mundial do Coração.

De acordo com o secretário de Estado Adjunto e da Saúde o projeto-piloto já iniciado mostra que a proximidade entre os doentes, os Cuidados de Saúde Primários e os especialistas hospitalares “tem ganhos”, devendo agora ser ampliados.

O relatório do Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares revela que as estratégias preventivas e a melhoria dos diagnósticos, nas áreas do enfarte agudo do miocárdio e do AVC, permitiram atingir, em 2015, uma proporção de óbitos de doenças cardiovasculares de 29,7%, um dos melhores valores das últimas décadas. O grande destaque vai para a redução das mortes por AVC, que em 2015 atingiu menos 1.440 pessoas que em 2013.

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