Abertas as candidaturas para o programa internacional Practice to Policy 2017
15/05/2017 12:58:16
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Abertas as candidaturas para o programa internacional Practice to Policy 2017

A Intercept anuncia a abertura das candidaturas ao seu programa internacional Pratice to Policy, que distingue e apoia a implementação de projetos inovadores sobre colangite biliar primária (CBP), uma doença rara do fígado, na Europa, Canadá e Estados Unidos da América (EUA). As inscrições para o prémio de 2017 decorrem até ao dia 30 de junho.

Este ano, a Intercept pretende financiar novos projetos locais e nacionais, que contribuam para a capacitação do doente com CBP e para o envolvimento da comunidade. Tal inclui ajudar as pessoas com CBP a melhor compreenderem a sua doença e a envolverem-se proativamente na gestão da mesma, assim como apoiar os cuidadores e doentes com CBP a gerir os sintomas da sua doença, designadamente a fadiga.

O programa irá oferecer um prémio pecuniário de até 25 mil euros para financiar os projetos selecionados, durante um ano. No final deste período, os vencedores do Practice to Policy terão de apresentar os resultados das ações desenvolvidas no âmbito do seus projetos, possibilitando uma partilha das aprendizagens e o desenvolvimento de um conhecimento baseado nas best practices relacionadas com a otimização da prestação de cuidados na CBP e no apoio a estes doentes. 

Todos os profissionais de saúde, investigadores, associações de doentes, instituições médicas, académicas ou organizações políticas são elegíveis para participar no programa. A iniciativa está disponível para organizações no Canadá e em 21 países europeus, onde a Intercept tem presença. Paralelamente, é também promovido um programa para os Estados Unidos.

Lançado pela primeira vez em 2016, o programa recebeu um total de 36 candidaturas de 11 países. Deste grupo, 20 organizações receberam o prémio Practice to Policy, no qual Portugal se destacou pela distinção do projeto (IN)FORMA RARA, desenvolvido pela Raríssimas.

A iniciativa premiada, dirigida a doentes, familiares e a profissionais de saúde, teve o objetivo de aumentar o conhecimento sobre a CBP e impulsionar uma melhoria no diagnóstico desta doença rara do fígado que, em alguns casos, pode demorar até 10 anos a ser efetuado. Ao longo do último ano, a Associação Raríssimas desenvolveu materiais de suporte sobre a doença e realizou workshops para a comunidade e profissionais de saúde, com o intuito de partilhar experiências, best practices e informação sobre a inovação na área.


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