Sanofi e MedImmune colaboram em anticorpo monoclonal para doenças associadas ao VSR
22/03/2017 15:43:01
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Sanofi e MedImmune colaboram em anticorpo monoclonal para doenças associadas ao VSR

A Sanofi e a sua unidade de negócio global de vacinas Sanofi Pasteur anunciaram recentemente um acordo com a MedImmune, a unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D) biológica global da AstraZeneca, para desenvolver e comercializar o anticorpo monoclonal MEDI8897 para a prevenção de doença associada ao vírus sincicial respiratório (VSR) em recém-nascidos e bebés.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças, o VSR é a causa mais comum de infeções respiratórias do trato inferior em crianças com menos de um ano de idade nos Estados Unidos da América (EUA) e no mundo.

O MEDI8897 é um anticorpo monoclonal potente (mAb) que neutraliza o VSR, ligando-se à proteína de fusão do VSR expressa nos viriões e células afetadas. Foi projetado para ter uma longa semivida, sendo apenas necessária uma dose para toda a época de infeção por VSR. Está a ser desenvolvido para a imunização passiva da população infantil (bebés e recém-nascidos). O MEDI8897 está em fase de investigação num estudo clínico de fase IIb em bebés prematuros, havendo planos para um estudo de fase III em bebés saudáveis nascidos de termo. O MEDI8897 recebeu a designação de fármaco de autorização prioritária por parte da Food and Drug Administration (FDA) em 2015.

“O VSR é considerado a mais importante indicação em falta no esquema de vacinação dos recém-nascidos”, referiu David Loew, vice-presidente executivo da Sanofi e diretor da Sanofi Pasteur. “Como um dos líderes globais em vacinação pediátrica, este acordo com a MedImmune faz todo o sentido para a Sanofi Pasteur. O VSR provoca surtos sazonais em todo o mundo, sendo predominante e mais grave entre as crianças mais jovens,” acrescentou. “Estamos ansiosos por trabalhar com a MedImmune e oferecer uma solução para esta doença comum do trato respiratório inferior, numa altura em que os bebés se encontram mais vulneráveis.”


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