SPH promove estágios em doença cardiovascular para clínicos dos PALOP
16/01/2017 17:23:08
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SPH promove estágios em doença cardiovascular para clínicos dos PALOP

A Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) criou o Programa de Formação Especializada em Doenças Cardiovasculares para os clínicos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), inserido no Programa Gulbenkian Parcerias para o Desenvolvimento. As candidaturas devem ser enviadas à SPH até dia 27 de janeiro.

Este programa de formação visa proporcionar estágios de três meses a médicos e/ou investigadores clínicos dos PALOP em instituições portuguesas reconhecidas na área cardiovascular.

Segundo o Prof. Doutor José Mesquita Bastos, presidente da SPH, “os estágios podem vir a desenvolver-se em vários domínios, nomeadamente, através da observação da prática clínica para adquirir conhecimento de diagnóstico precoce e tratamentos das doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes e demais fatores cardiovasculares; observação de aspetos de educação para a Saúde e prevenção da doença cardiovascular; desenvolvimento de projetos de investigação clínica em parceria com os centros clínicos portugueses anfitriões; entre outras”.

E acrescenta: “A parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian vai permitir à SPH continuar a estender o seu raio de ação, no sentido de ajudar a diminuir o risco cardiovascular junto da população dos PALOP “.

O Programa de Formação Especializada em Doença Cardiovascular dirigido a clínicos dos PALOP pretende dar resposta à maior prevalência de fatores de risco cardiovascular e maior incidência da doença cardio e cerebrovascular, nestes países. Por outro lado, pretende estabelecer laços mais fortes de cooperação e desenvolvimento entre centros clínicos portugueses e dos PALOP.

Segundo ­­­­a Dr.ª Maria Hermínia Cabral, diretora do Programa Gulbenkian Parcerias para o Desenvolvimento, “o estabelecimento desta parceria vai permitir reforçar a qualificação dos profissionais de saúde dos PALOP numa das áreas clínicas emergentes nestes contextos, criando uma base futura entre clínicos e instituições dos PALOP e Portugal que permita uma resposta mais eficaz às novas necessidades das populações”.

Para consulta do regulamento, aceda aqui


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