Carta do cuidador de pessoa com dano cerebral adquirido entregue no Parlamento
23/12/2016 11:52:56
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Carta do cuidador de pessoa com dano cerebral adquirido entregue no Parlamento

Foi entregue na passada quarta-feira, dia 21 de dezembro, a “Carta do cuidador de pessoa com dano cerebral adquirido” aos órgãos parlamentares, na sequência da obrigatoriedade de implementação dos direitos do cidadão no suporte à autonomia da pessoa com deficiência e nos apoios ao cuidador informal, diferentes das praticadas atualmente pelo governo português. A iniciativa partiu da Associação Novamente.

A Carta entregue aos grupos parlamentares contém quatro pontos essenciais: o que é ser pessoa depois de um dano grave cerebral; o que é ser cuidador de pessoa com dano cerebral adquirido; principais necessidades do cuidador; e uma descrição da Associação Novamente.

A Associação defende que o cuidador informal tem necessidades diferentes conforme o seu próprio perfil, contexto familiar e financeiro, evolução do caminho percorrido e sequelas na vítima, que vão desde indispensabilidades de apoio informativo na fase aguda após o dano cerebral, interlocutor único, formação e capacitação do seu papel de cuidador, apoio emocional e psicológico em continuidade, recursos adequados a um não autónomo a nível intelectual, entre outras.

A Associação Novamente é a única instituição que representa e auxilia a pessoa com dano cerebral, mas sem apoios estatais por não se ter constituído como resposta típica. “Serve esta Carta para dar a conhecer esta realidade específica destes cuidadores e permitir que na implementação de direitos do cuidador este grupo seja tomado em conta, como urgência de se cumprir o ratificado por Portugal através da Convenção dos Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU) ”, explica a Associação.

Consulte aqui a Carta do Cuidador de Pessoa com dano cerebral adquirido.

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