Formação avançada em Cuidados Paliativos Pediátricos
25/10/2016 17:50:55
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Formação avançada em Cuidados Paliativos Pediátricos

A aTTitude IPSS vai atribuir 20 bolsas de formação avançada em Cuidados Paliativos Pediátricos a profissionais de saúde de seis hospitais públicos de referência nacional, a fim de promover a implementação de equipas especializadas. Esta Pós-Graduação em Cuidados Paliativos Pediátricos terá início a dia 28 de outubro e será oficialmente apresentada numa Sessão Solene a decorrer na Universidade Católica Portuguesa, pelas 9h30.

“Esta formação irá permitir o desenvolvimento da área dos Cuidados Paliativos Pediátricos no nosso país, segundo os objetivos e os princípios consagrados na Lei de Base de Cuidados Paliativos, nomeadamente na promoção das competências técnicas dos profissionais que prestam cuidados a crianças com doenças limitantes e ameaçadoras de vida, assim como no apoio à qualificação dos serviços, na organização e prestação de cuidados paliativos através do conhecimento científico e principalmente, na constituição de equipas multidisciplinares”, realça Bibi Sattar, presidente da aTTitude IPSS.

Para a atribuição destas bolsas de formação foram assinados protocolos com seis hospitais públicos de referência: Centro Hospitalar Lisboa Central (Hospital Dona Estefânia), Centro Hospitalar Lisboa Norte (Hospital de Santa Maria), Hospital Garcia de Orta, Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, Centro Hospitalar do Porto – Centro Materno-Infantil e Centro Hospitalar São João.

Nestas unidades hospitalares os profissionais foram selecionados com base na sua experiência profissional, área de atuação e motivação. Dos participantes fazem parte médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.

Segundo a pediatra oncologista Ana Lacerda, a “falta de sensibilização e formação básica e especializada dos profissionais de saúde, a escassez de apoios domiciliários especializados e a heterogeneidade dos diagnósticos, são algumas das barreiras para a prestação destes cuidados em Portugal”.

A presidente da aTTitude IPSS relembra que “em Portugal existem mais de 6 mil crianças e jovens com necessidades paliativas” e que “as equipas que já prestam alguns cuidados se centralizam nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, o que revela a iniquidade do acesso a estes cuidados”.

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