COVID-19: DGS define a prioridade de doentes oncológicos a operar
19/07/2021 17:23:06
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COVID-19: DGS define a prioridade de doentes oncológicos a operar

Perante o fecho de blocos operatórios, apenas os doentes com pior prognóstico de sobrevivência deverão conseguir ser operados. A Direção-Geral da Saúde (DGS) remeterá para os hospitais públicos a lista de tumores com intervenções inadiáveis.

Em primeiro lugar, estão os tumores com hemorragia ou obstrução do tubo digestivo ou da via aérea com efeito grave, seguidos pelos carcinomas da laringe, faringe ou cavidade oral; cancros do testículo, mama com tratamento inicial de quimioterapia ou reto com quimioterapia e radioterapia prévias; neoplasias agressivas com operação cujo objetivo é curativo e cancros hematológicos.

Ficam, assim, adiadas as cirurgias oncológicas prioritárias e normais, que têm indicação para operação no tempo máximo de 45 e 60 dias, respetivamente. Neste quadro inserem-se os cancros do pulmão, esófago, estômago, pâncreas ou cerebrais e, depois destes, todos os outros.

Os hospitais têm a responsabilidade de organizarem as listas de espera e as necessárias transferências para os blocos operatórios com disponibilidade, incluindo os três institutos de Oncologia no país, para que os doentes tenham o acesso necessário e atempado.


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