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Diagnóstico e tratamento

Para ir ao encontro da necessidade de conhecimento, no que respeita ao diagnóstico e tratamento, existe, desde 1998, um Grupo Português de Imunodeficiências Primárias (GPIP), atualmente sediado na Sociedade Portuguesa de Imunologia (SPI), e que em muito tem contribuído para o panorama das IDP no nosso país.

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Centros de referência e multidisciplinares – quão importantes?

As últimas dé­cadas foram decisivas: as ciências bási­cas e a investigação clínica têm permitido uma melhoria significativa na compreen­são dos mecanismos imunológicos e dos defeitos genéticos subjacentes a estas patologias, originando uma melhoria sig­nificativa do diagnóstico, da classificação e das opções terapêuticas.

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Viver com IDP

No que respeita à vida de um doente com IDP, um dos aspetos mais importantes reside, de acordo com a imunoalergologista do Hospital de Santa Maria, Sara Silva, “na informação e alerta da comunidade médica em geral sobre estas patologias, permitindo o diagnóstico numa fase precoce e consequentemente com menor probabilidade de lesões de ór­gãos que irão condicionar a qualidade de vida dos doentes”.

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Em busca de uma definição

Embora raras e pouco conhecidas, as IDP afetam, no seu todo, uma importante parcela da população e, principalmente quando surgem no período pós-natal/infância, podem ser fatais na ausência de um diagnóstico atempado.

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Rastreio neonatal é imperativo

As imunodeficiências primárias (IDP) constituem um conjunto de doenças raras que resultam de defeitos do sistema imunitário. A maioria destas doenças manifesta-se em idade pediátrica, no entanto, algumas das entidades mais prevalentes apresentam-se tipicamente no início da idade adulta. As infeções (recorrentes e com gravidade atípica) constituem geralmente a pista para desencadear a investigação. A evolução do conhecimento nesta área tem sido exponencial nos últimos anos, refletindo-se num aumento significativo do número de subtipos (mais de 350 atualmente), com um número crescente de situações em que a causalidade genética está estabelecida.

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O que é o glaucoma?

O glaucoma é uma neuropatia ótica degenerativa, com alterações características quantificáveis do disco ótico, que leva a alterações progressivas e irreversíveis do campo visual1.

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Qualidade de vida dos doentes com glaucoma

De acordo com o Grupo Português do Glaucoma, as repercussões na qualidade de vida dos doentes estão significativamente relacionadas com a gravidade da doença, tornando a perda maior com o avançar da doença1.

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Tipos de glaucoma

Existem diferentes tipos de glaucoma, que variam essencialmente em função da causa e da gravidade da doença. O glaucoma primário de ângulo aberto pode ser considerado o mais frequente, é responsável por quase 90% dos casos e é assintomático, logo os sintomas não são detetados até a doença ter atingido um estado avançado1. Devido à ausência de sintomas, a melhor e mais eficaz forma de diagnóstico é o exame ocular periódico.

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Fatores de risco

Não existe uma causa única responsável pelo glaucoma, mas sim vários fatores de risco para a doença. Saiba quais.

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Alergias Respiratórias

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