O Ministério da Saúde vai criar um gabinete de segurança para prevenir e monitorizar as situações de violência contra os profissionais de saúde. A decisão foi revelada ontem, dia 7 de janeiro, na sequência das recentes denúncias de agressões a médicos em hospitais e centros de saúde.

 

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Cerca de mil casos de violência contra profissionais de saúde em contexto de trabalho foram reportados até ao final de setembro de 2019, de acordo com dados divulgados ontem, dia 6 de janeiro, pelo Governo. Os dados indicam o envolvimento de vários grupos profissionais.

 

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A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), mediante a Comissão de Trabalho de Infecciologia Respiratória, alerta para a importância da vacinação contra a gripe sazonal, principalmente no que diz respeito aos doentes crónicos e aos profissionais de saúde. A época de vacinação antigripal iniciou a 14 de outubro. 

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A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) definiu o ano de 2019 como o “Ano de Luta contra a Dor em Populações Vulneráveis”, campanha à qual a European Pain Association (EFIC) e a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) se unem, promovendo ações no sentido de tornar mais eficaz a comunicação entre as populações vulneráveis e os profissionais de saúde.

 

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Qual a relevância das aplicações de telemóveis (apps) para a prática clínica? Que impacto comercial poderão na atividade clínica privada? As duas questões são pertinentes e muito atuais. Alguns segmentos de médicos portugueses e ouros profissionais de saúde despertaram para este tema faz alguns anos. Ainda assim, mantém-se em aberto o estabelecimento de uma base sólida de conhecimento sobre o verdadeiro potencial comercial das app na atividade clínica privada. Podemos analisar a questão sob vários prismas. Neste artigo observemos, sumariamente, o valor da relação entre o cliente (doente e família) e o médico.

 

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O estudo “A carreira médica e os factores determinantes da saída do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, divulgado ontem pela Universidade do Porto, mostra que um terço dos médicos foram trabalhar em exclusivo para o privado e que quase metade dos jovens médicos ponderam emigrar após concluir o internato de especialidade. Na origem desta tendência estão a remuneração desadequada e a ausência de perspetivas de progressão.

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