A transplantação com sangue do cordão umbilical expandido em laboratório resultou numa elevada taxa de sobrevivência e reduzida incidência de complicações pós-transplante em doentes oncológicos de alto risco. Foram estas as conclusões de um estudo publicado na edição de fevereiro da revista científica The Lancet Haematology.

 

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Segundo com um estudo publicado na revista científica Stem Cells Translational Medicine, a administração autóloga de células estaminais de sangue do cordão umbilical em bebés prematuros pode auxiliar na prevenção de complicações associadas à prematuridade, devido às suas propriedades regenerativas, anti-inflamatórias e imunomoduladoras, auxiliando particularmente na função respiratória.

 

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Um artigo científico, publicado no Journal of Clinical Orthopaedics and Trauma, relata o tratamento de dois jovens atletas com osteocondrite dissecante do joelho através de uma terapia celular inovadora com recurso a células estaminais mesenquimais derivadas de sangue do cordão umbilical. Os jovens, de 16 e 17 anos de idade, são os primeiros casos reportados do tratamento da doença com a terapia inovadora, que pode vir a ser uma nova opção terapêutica para a patologia.

 

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Um estudo recentemente publicado na revista científica Stem Cells and Development demonstrou que é possível melhorar a irrigação de um membro afetado por isquémia − falta de oxigénio nos tecidos − utilizando células estaminais mesenquimais (MSC).

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Um estudo, realizado em Espanha, demonstrou que é possível minimizar as lesões cerebrais provocadas por radioterapia usando células estaminais mesenquimais do tecido adiposo. O estudo, já publicado na revista científica “Frontiers in Cellular Neuroscience”, foi realizado em modelo animal e teve como objetivo encontrar uma solução terapêutica para os doentes com tumores cerebrais que, após serem submetidos a radioterapia para eliminação das células cancerígenas, acabam por sofrer danos neurológicos irreparáveis.

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Estudos acerca do potencial terapêutico de metodologia inovadora que consiste na administração de células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical (UC-MSC) têm demonstrado que este tipo de células, através da libertação de fatores de crescimento e outras moléculas, são capazes de promover a sobrevivência de outras células e a regeneração de tecidos danificados.

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As células estaminais mesenquimais (MSC, Mesenchymal Stem Cells) preparadas em laboratório a partir de tecido adiposo são uma abordagem terapêutica eficaz para o tratamento de osteoartrite do joelho, estando associadas a melhorias significativas ao nível da dor e da qualidade de vida. Quem o diz é um estudo divulgado recentemente, onde foram avaliados 23 doentes que receberam injeções locais com MSC do tecido adiposo e 24 doentes tratados com infiltrações de ácido hialurónico.

 

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A evolução e os benefícios dos transplantes de sangue do cordão umbilical são cada vez mais evidentes. Quem o afirma é a Dr.ª Joanne Kurtzberg, hematologista e especialista em oncologia pediátrica da Duke University School of Medicine, Estados Unidos da América, que garante estar consolidado o conhecimento do potencial do transplante de sangue do cordão umbilical no tratamento de doenças do foro sanguíneo, bem como em aplicações inovadoras em crianças com paralisia cerebral ou doenças do espectro do autismo.

 

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Atualmente, estima-se que o autismo afete uma em cada 100 pessoas em todo o mundo. Se antes era considerada uma doença rara, hoje, só nos EUA, uma em cada 59 crianças é afetada por esta patologia, encarada como um conjunto de doenças, designadas por perturbações do espectro do autismo. Estas caraterizam-se por persistentes dificuldades na comunicação e interação sociais e também por padrões repetitivos no comportamento, atividades ou interesses.

 

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Foram recentemente publicados na revista Stem Cells Translational Medicine os resultados de um ensaio clínico que revelam que a administração de sangue do cordão umbilical autólogo, ou seja, do próprio, é totalmente segura e bem tolerada por crianças com perturbações do espectro do autismo (PEA). Os investigadores recomendam a realização de mais estudos que possam confirmar o potencial deste tipo de terapia em crianças com PEA.  

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