sexta-feira, 31 maio 2019 16:35

Tabaco e acidente vascular cerebral (AVC)

O fumo de tabaco tem efeitos agressivos e rápidos sobre o sistema cardiocirculatório, tornando o sangue mais espesso, ativando a agregação das plaquetas sanguíneas e favorecendo a formação de coágulos, estreitando as artérias e reduzindo o transporte do oxigénio do sangue para os tecidos. Os fumadores são também mais propensos a ter hipertensão arterial e colesterol elevado. Deste modo, fumar duplica o risco de ter um AVC, mesmo fumando poucos cigarros. Para além disso, a exposição dos não fumadores ao fumo de tabaco também causa AVC, aumentando em 30% o risco. Se é fumador e já sofreu um AVC, ou tem outros fatores de risco para AVC, como hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado, arritmia ou outra doença cardíaca, ou se é mulher e faz anticoncepção hormonal, deixar de fumar é muito importante: o risco de AVC ou de AVC recorrente é demasiado grande se continuar a fumar.

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O tabaco, o álcool, o excesso de peso, a obesidade e as baixas coberturas vacinais estão a dificultar o progresso em alguns países europeus e podem reverter os ganhos alcançados no aumento da esperança de vida. O alerta é lançado no Relatório de Saúde Europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado hoje, 12 de setembro, que destaca a continuação do aumento da esperança de vida na região europeia, a redução da mortalidade prematura e o facto de alguns países europeus registarem os maiores níveis de "satisfação com a vida".

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