Na próxima quinta-feira, dia 7 de Novembro, pelas 19h00 horas, ocorre a última conversa do ciclo “Conversas Sobre Sexualidade” no Museu da Farmácia. O mote para esta iniciativa partiu sempre de uma peça do Museu e o exemplar escolhido para encerrar este ciclo é o antropomórfico híbrido, um amuleto com pêlo de animal na cabeça, criado para proteger a comunidade dos problemas do quotidiano. É característica da construção sociocultural de cariz aterrador “mankishi” da cultura Songe (Congo).

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O Museu da Farmácia promove uma conversa sobre “Sexualidade e Mitos”, no próximo dia 30 de Maio, pelas 19h00. Para ilustrar a sessão, o Museu escolheu um cinto de castidade, associado normalmente à época medieval, à virgindade e ao recato sexual.

 

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“Sexualidade e a Revolução dos Cravos” é o tema da próxima “Conversa sobre Sexualidade”, organizada pelo Museu da Farmácia. Uma conversa cujo objetivo passa por analisar o impacto da pílula contracetiva nas diferentes formas de sentir e de agir com a sexualidade na sociedade. Decorre no dia 22 de abril, poucos dias antes do 45.º aniversário da revolução de abril, data que assinala também a aceitação pública deste método anticoncecional.

 

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O Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, vai presidir à inauguração da exposição dedicada a Prof.ª Doutora Odette Ferreira no Museu da Farmácia. A exposição “Odette Ferreira - Construir Futuros” é uma homenagem a uma das mais reconhecidas cientistas portuguesas, responsável pela descoberta do vírus VIH/SIDA de tipo 2 e pelo estudo das bactérias hospitalares. Foi também coordenadora da Comissão de Luta Contra a SIDA entre 1992 e 2000. A homenagem vai ter lugar no dia 21 de fevereiro, às 14h30.

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"Sexualidade e VIH/SIDA" é o tema da próxima conversa organizada pelo Museu da Farmácia, a 29 de novembro às 19h00. A peça do museu em destaque é o cartaz de 1996 da Comissão Nacional de Luta Contra a SIDA. O slogan "SIDA! Contra a SIDA, Contra a Discriminação" remete para a importância de combater a doença, o medo e o preconceito, gerados pelo desconhecimento que então reinava na sociedade quanto à forma de contágio, e o ostracismo a que os doentes eram sujeitos. A campanha, inovadora à época, afirmava: "Talvez não saiba que não corre perigo sendo solidário. Talvez não seja solidário por não saber que se pode morrer de solidão. Agora… já sabe! Solidário! Porque não?".

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