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Testes genéticos são nova abordagem no diagnóstico do cancro da próstata

O cancro da próstata é uma doença que afeta os homens, geralmente na meia-idade, após os 60 anos. Mais de 60% dos cancros da próstata são diagnosticados após os 65 anos de idade e a doença é rara antes dos 40 anos. O que acontece é que certas células da próstata sofrem uma mutação e multiplicam-se sem controlo nem ordem, formando um tumor. No seu estado inicial, o cancro da próstata geralmente não causa dor e a maioria dos homens afetados não apresenta sintomas visíveis. O seu diagnóstico é frequentemente resultado da realização de exames de saúde, como um procedimento médico chamado toque rectal ou um exame de sangue para uma substância chamada antígenio específico da próstata (PSA).

 

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Cerca de 800 mil pessoas têm doenças raras atualmente

Doença rara é aquela que tem uma incidência de um caso em cada duas mil pessoas. Estão identificadas cerca de sete mil, cerca de 80% tem carater genético, existe capacidade de confirmação diagnóstica laboratorial precisa para cerca de 3.600 e terapêutica específica para 10% das entidades.

 

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As doenças raras em Portugal e o papel da Medicina Interna

A situação de doença é sempre um momento de particular vulnerabilidade e fragilidade humana não só para o próprio, mas também para os seus familiares e entes próximos. Como médicos somos constantemente interpelados pela pessoa em processo de doença, com o sofrimento que muitas vezes lhe está inerente, e desafiados a compreender a sua situação individual, mas também familiar e social, de forma a estabelecer um plano de diagnóstico, tratamento e acompanhamento.

 

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Dia Nacional do Doente Coronário: um tema de todos e para todos

As doenças cardiovasculares (DCV) continuam a ser a principal causa de morte em Portugal. Somos um país de sedentários, temos um número enorme de obesos e um em cada cinco adultos ainda fuma. Para além disso, cerca de 40% da população é hipertensa, dois terços tem colesterol elevado e há um milhão de portugueses com diabetes. Um cenário em que o caldo parece sempre pronto a entornar. Estes fatores de risco condicionam a progressão da aterosclerose, a doença em que o colesterol se acumula nas artérias, com risco de enfarte, AVC ou de má circulação periférica, com maior hipótese de amputação por exemplo. A aterosclerose gera custos pessoais, familiares e sociais muito elevados. Um estudo recente realizado entre nós mostra que os custos da doença são astronómicos: cerca de 1900 milhões de euros que representam 1% do PIB ou 11% do total de despesas de saúde em Portugal.

 

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