Virtudes e limitações da imunohistoquímica em LBDGC
19/11/2016 9:21:09
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Virtudes e limitações da imunohistoquímica em LBDGC

“Biomarcadores prognósticos do tumor e do microambiente em linfoma B difuso de grandes células (LBDGC): virtudes e limitações da imunohistoquímica” foi o tema da Lição Belén Gomez, protagonizada pela Dr.ª Rita Coutinho, hematologista do IPO de Lisboa, que, em entrevista à News Farma, adiantou mais pormenores sobre o trabalho que desenvolveu com o Barts Cancer Institute, entre 2010 e 2014 sob a orientação do Prof. Doutor John Gribben. Veja o vídeo. 

Segundo explicou a especialista, este trabalho, que foi desenvolvido no Barts Cancer Institute, “focou-se na validação de biomarcadores de prognóstico para o LBDGC”, nomeadamente a imunohistoquímica”. Porém, o trabalho demonstrou que “a imunohistoquímica não é adequada para a determinação da classificação da célula de origem nesta patologia [LBDGC)”. No entanto, a especialista considera que “a imunohistoquímica pode ser usada na avaliação do microambiente, se forem usadas técnicas de análise semiautomatizada”.

A partir de estudos de gene expression profilling em macrófagos, demonstrou-se, neste trabalho, que a células de LBDGC são heterogéneas. “Estão agora a ser avaliados novos marcadores de macrófagos que podem vir a ser utilizados no futuro para determinar o prognóstico de doentes com LBDGC”, informou a hematologista. A especialista avançou ainda à News Farma que o estudo baseado em técnicas de gene expression profilling está a ser, agora, aprofundado por um grupo de investigadores da Universidade de Standford, coordenado pelo Dr. Ash A. Alizadeh.

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