Só em Portugal, o cancro da mama afeta seis mil pessoas por ano. Face a esta realidade, surgiu a ideia da criação de uma Base de Dados nesta área, para que seja possível aos profissionais “melhorar a qualidade assistencial, monitorizando-a”, ao mesmo tempo que permite “criar sistemas em que a equidade seja importante”.
“Uma base de dados em cancro da mama vai permitir que haja uma melhor qualidade no tratamento do cancro da mama e também uma maior equidade”, afirma o Dr. Luís Sá, justificando o lema deste Congresso: “Cancro da Mama Qualidade Equidade”.
Como o especialista refere, “se trabalharmos devidamente os dados, vamos poder certificar unidades de mama”, o que terá um impacto muito significativo na qualidade de vida dos doentes. Além disso, vai também impulsionar “a investigação na área do cancro”.
A apresentação da Base de Dados decorreu durante o debate de Oncopolítica "Unidades da mama -- Realidade Portuguesa", no primeiro dia do X Congresso Nacional de Senologia.
O responsável pela aquisição da base de dados da Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS) e da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) é o atual presidente da SPO e membro da direção da SPS, Dr. Paulo Cortes.

















