Na conferência de 7 de outubro, que destaca em antevisão o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos 2016, além das apresentações sobre a história da assistência domiciliária prestada pelo IPO de Lisboa, vão decorrer palestras com profissionais do Instituto e vários convidados. Em debate, os desafios que se colocam atualmente na prestação diária de cuidados domiciliários e paliativos para atender às necessidades dos doentes e das famílias.
“Os doentes podem permanecer em casa, sentem-se mais seguros e fazem menos deslocações ao IPO. Por outro lado, como têm visitas regulares de médico e enfermeiro, se necessário diariamente, consegue-se adequar a medicação à evolução e fazer um melhor controlo dos sintomas. Como temos a retaguarda do Instituto, quando existe qualquer situação, que não possa ser resolvida em casa, devido à incapacidade ou exaustão do cuidador ou pela necessidade de cuidados mais diferenciados, promove-se o internamento do doente no seu serviço de origem”, refere a Dr.ª Madalena Feio, a médica que dirige a UAD.
A Unidade de Assistência Domiciliária (UAD) do IPO de Lisboa presta cuidados paliativos domiciliários a pessoas com doença avançada, progressiva e incurável, seguidas no Instituto e residentes no concelho de Lisboa. A UAD acompanha cerca de 90 doentes por ano e faz entre oito a dez visitas domiciliárias por dia.

















