Uma equipa internacional liderada pelos investigadores Sandra Tenreiro e Tiago Outeiro, do Centro de Estudos de Doenças Crónicas (CEDOC) da NOVA Medical School (NMS), descobriu um mecanismo pelo qual o principal componente do suplemento alimentar spirulina, denominado ficocianina, aumenta a viabilidade das células, atrasando a sua degeneração no modelo da doença de Parkinson.

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O grupo Bial recebeu aprovação da Comissão Europeia para a introdução no mercado do medicamento com a substância ativa opicapona, com indicação para o tratamento da doença de Parkinson. Após a aprovação do medicamento pela Comissão Europeia, a Bial perspetiva poder disponibiliza-lo já no final do ano em alguns mercados europeus e durante 2017 nos restantes.

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