Portugal surge numa posição favorável na publicação anual Health at a Glance, referente a 2017, divulgada no dia 10 de novembro pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Em todos os capítulos, o país apresenta indicadores com resultados positivos, ou seja, surge numa posição acima da média da OCDE ou em torno de valores próximos.

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Pelo quarto ano, a IASIST distinguiu os hospitais do Serviço Nacional de Saúde que apresentaram melhores níveis de desempenho. Este ano foram distinguidos 10 hospitais nas categorias consistência e evolução clínica.

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O Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a viver desde há alguns anos momentos críticos que colocam em causa a sua capacidade de resposta e a sua dimensão social consagrada aquando da sua criação em 1979. O subfinanciamento crónico, através do Orçamento de Estado, está a contribuir para descaracterizar o serviço público de saúde e a promover uma diminuição da qualidade em todo o sistema.

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No total há 655 camas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que são ocupadas com internamentos por causas sociais, justificados pela falta de resposta na rede de cuidados continuados.   Os dados foram recentemente divulgados pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), através do Barómetro de Internamentos Sociais (BIS).

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A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH) está a organizar a Conferência “Integração de Cuidados e Literacia em Saúde. Capacitar o Cidadão no SNS”, em colaboração com o Núcleo de Apoio Estratégico do Ministério da Saúde e patrocínio da Direção-Geral da Saúde (DGS). A reunião realiza-se nos dias 23 e 24 de novembro, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL).

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quinta, 14 setembro 2017 12:03

Receitas sem papel reduzem fraude em 80%

Desde abril de 2016, altura em que foram aplicadas as receitas sem papel, a fraude no Serviço Nacional de Saúde (SNS) diminui em 80%. Segundo os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, os resultados devem-se à estreita articulação com a Polícia Judiciária e com o Gabinete de Apoio à Fraude no Ministério da Saúde.

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No âmbito do Dia Mundial para a Sensibilização e Consciencialização da Distrofia Muscular de Duchenne, que se assinalou ontem, dia 7 de setembro, a Associação Portuguesa de Neuromusculares (APN), que  este ano celebra o seu 25.º aniversário, promoveu a conferência “Juntos somos mais fortes”, tendo em vista informar e esclarecer toda a comunidade sobre esta patologia. Na ocasião, a News Farma conversou com o Dr. Joaquim Brites, presidente da APN, que avança que os principais desafios atuais na área das doenças neuromusculares estão relacionados com “a recetividade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em tratar estes doentes”, sublinhando a necessidade de serem seguidos em consultas multidisciplinares.

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Os medicamentos genéricos atingiram um recorde de utilização em 2017, passando de 47,1% em janeiro, para 47,8% em julho, de acordo com dados provisórios do Infarmed. Este aumento da quota é um sinal de que o envolvimento dos médicos, farmacêuticos e doentes tem tornado possível o acesso ao tratamento mais adequado e com a máxima poupança para os utentes e para o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

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O Relatório de Primavera 2017, da autoria do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), foi apresentado hoje, dia 28 de junho, em Lisboa. "Viver em tempos incertos: sustentabilidade e equidade na saúde" é o tema do Relatório deste ano que, entre outros assuntos, conclui que as barreiras no acesso aos cuidados de saúde permanecem relevantes em Portugal, sendo que os fatores socioeconómicos continuam a ter um grande peso na acessibilidade.

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O Prof. Doutor António Araújo, presidente do Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos, acredita que o setor da Saúde atravessa “tempos muito difíceis”. Motivos para este descontentamento e preocupação são muitos, a começar pelo número excessivo de alunos nos cursos de Medicina, passando pelo desinvestimento dos sucessivos Governos no Sistema Nacional de Saúde (SNS), que provoca o êxodo dos recém-formados, pelo trabalho excessivo, ou o envelhecimento de pessoas e máquinas. Razões mais do que suficientes para a greve realizada nos dias 10 e 11 de maio. O grande desafio, contudo, está “no financiamento” a prazo. Por isso, em entrevista à News Farma, defende uma reforma cuidada do SNS, que envolva o poder político, os profissionais de Saúde e a população.

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