Artigos

Transplantação com células estaminais eficaz no tratamento de formas agressivas de esclerose múltipla

A esclerose múltipla (EM) é uma doença autoimune crónica em que o sistema imunitário ataca as células do sistema nervoso central da própria pessoa, iniciando um processo de neurodegeneração. Os sintomas mais comuns são a perda de força muscular, rigidez, dificuldades em andar e em manter o equilíbrio e dor crónica. Os doentes podem também manifestar alguma fadiga, tonturas e problemas de visão. A doença afeta cerca de 2.5 milhões de pessoas em todo o mundo, cinco mil das quais em Portugal, e manifesta-se, geralmente, no início da idade adulta, sendo três vezes mais prevalente entre as mulheres.

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Uma questão de Saúde Pública

Em Portugal, o direito à proteção da saúde é assegurado através de um Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal, geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito. Com a instituição e evolução do SNS, temos vindo a reconhecer como garantido o acesso aos cuidados de saúde, meios complementares de diagnóstico e terapêutica e, inevitavelmente, ao medicamento, através do setor público, privado e social.

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Ser podologista, uma oportunidade de autonomia clínica e de inovação no setor da saúde

Atualmente, ser podologista, significa ter uma atividade clínica com autonomia profissional na área das ciências da saúde, com franco reconhecimento na investigação, inovação e no desenvolvimento de novos métodos de diagnóstico e de tratamento do pé e da marcha.

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“O maior desafio da Saúde nos próximos anos está relacionado com o seu financiamento”

O Prof. Doutor António Araújo, presidente do Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos, acredita que o setor da Saúde atravessa “tempos muito difíceis”. Motivos para este descontentamento e preocupação são muitos, a começar pelo número excessivo de alunos nos cursos de Medicina, passando pelo desinvestimento dos sucessivos Governos no Sistema Nacional de Saúde (SNS), que provoca o êxodo dos recém-formados, pelo trabalho excessivo, ou o envelhecimento de pessoas e máquinas. Razões mais do que suficientes para a greve realizada nos dias 10 e 11 de maio. O grande desafio, contudo, está “no financiamento” a prazo. Por isso, em entrevista à News Farma, defende uma reforma cuidada do SNS, que envolva o poder político, os profissionais de Saúde e a população.

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